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sexta-feira, 24 de junho de 2016

terça-feira, 21 de junho de 2016

Rua Homem Cristo Filho ( I) - Aveiro

Uma ruela quase rua com casas em total abandono à mistura com algumas recuperações e novas construções. Ainda assim é  agradável calcorreá-la. Note-se os remendos com azulejos muito idênticos no rés do chão e no primeiro andar. Esta é a primeira casa de um conjunto de três construídas lado a lado. Não me ocorre o termo técnico. Geminadas? 


O conjunto das três casas








Rua Homem Cristo Filho (II) - Aveiro

A mesma rua, a mesma degradação. A casa ao lado da primeira que mostrei. Azulejaria também em verde. Estes parecem ser uma produção mais industrial do os do post anterior.









Rua Homem Cristo Filho (III) - Aveiro

A terceira casa





sábado, 2 de maio de 2015

Museu de Aveiro (Museu Santa Joana) - Aveiro

Este painel pertencente ao acervo do Museu de Aveiro encontrava-se colocado numa parede da antiga cerca do Convento de Jesus.

Painel dos finais do século XVII, inícios do XVIII
Em primeiro plano aparece representado o monte do Calvário. À sua frente surge S. Pedro ladeado pelo galo, símbolo da sua negação e arrependimento.Como pano de fundo surge Jerusalém e as suas muralhas.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Avenida Santa Joana - Aveiro



Ainda no gaveto referido no último post, podemos ver um edifício de 1922, onde funcionou a antiga Sapataria Leitão. A fachada lateral encontra-se revestida com três painéis de azulejos das Olarias – Aveiro datados de 1927 e da autoria de A. Augusto.



O painel central é uma alusão ao mundo do trabalho com a representação da arquitetura e maquinaria industrial da época.

Mercúrio aparece representado enquanto deus do comércio e da fortuna sentado em frente a uma figura feminina. O resplendor que emana da engrenagem talvez represente o sucesso que se augura para a empresa.

O segundo painel mostra uma pomba sobressaindo duma  pele curtida que segura no bico uma fita métrica e o molde de um sapato. A  inscrição "É assim" completa a ideia.
 
  No terceiro painel, numa alegoria à resistência e à qualidade do calçado que aqui se vendia, representou-se um leão que irrompe da mesma pela curtida abocanhando um sapato. A inscrição "Nem assim" completa a mensagem.

 




Na parte superior da fachada e integrado num friso ao gosto do estilo Arte Nova, medalhões com representações  alternadas de Mercúrio e do caduceu.